review - Concerto de In Flames + Noctiferia

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Ontem, passados 9 anos desde a sua primeira visita, os In Flames passaram pelo porto, e posso desde já afirmar, redimiram-se da ausência.

A abrir o concerto foi a banda Eslovaca, Noctiferia. Foi claro que a sala ainda pouco composta, não conhecia a banda, mas mesmo assim deram-lhes uma recepção devida. No fundo foi um bom concerto, mas podia ter sido melhor, não houvesse a tremenda distorção de som que se verificou.

Após acabar o concerto de Noctiferia, a sala já se encontrava bem mais composta, quase cheia na totalidade, e aguardava-se pelos In Flames em palco.

A entrada em palco da-se com a música do novo trabalho "Sounds of the Playground fading" seguida do primeiro single "Deliver us", que levaram o público ao extâse total, e a banda apanhar a maior surpresa que podia ter no primeiro concerto da Tour, ao ouvir o público a cantar  as novas músicas como se já fossem antigas.
Inumeros agradecimentos pela forma como os recebemos, entre extrema interacção com o público, chegando ao ponto mesmo de "roubar" a máquina fotográfica a um fã que se encontrava na primeira fila, e a puxá-lo para o palco, "ordenando-o" para tirar fotos antes ao público, passando-lhe depois o mic pra mão para continuar a música.

Neste concerto não faltaram algumas das grandes músicas que marcam a carreira dos In Flames, como a "Swim", "Only for the Weak", "Trigger", "Alias", "Come Clarity", "Quiet Place", "Clouds Connected" (chamaram o roadie português ao palco, e o Anders abraçou-o e dançou com ele) e a "Take this Life" (ultima musica da noite).

Fica de notar que as novas músicas são extremamente positivas ao vivo, não se pode apontar uma ou outra música porque toda a gente gostou das novas musicas tocadas. Mas para mim, ouvir a "Fear is the Weakness" foi a apoteose... é uma música que quando ouvimos no album ficamos a pensar se irá soar ao mesmo ao vivo... a verdade é que foi melhor que no album. Outra musica a marcar foi após se cantar os parabéns ao técnico de luz da banda, foi a dedicatória do Anders para alguém que ele mencionou "pensa que vai ter 33 para sempre",  a musica também do novo album "Where the dead ships dwell".

A nota é extremamente positiva, o pensamento é comum ao dizer que se redimiram de quase 10 anos de ausência.

Para a banda foi um excelente arranque de Tour, teve um público que celebrou o facto deles virem a PT e mostrarem que devem voltar mais vezes, e o ar de felicidade do Anders, Björn, Niclas e do Peter revelavam isso mesmo, a surpresa do público que o recebeu e o agrado no respeito que estavam a receber.

Não sei se o baterista Daniel partilhava o mesmo sentimento, porque praticamente não se viu.

Esperemos assim que um novo concerto de In Flames não demore mais 10 anos. ´

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